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Mostrando postagens de Fevereiro, 2014

What would you do?

What do you do when things are happening too fast? When do you know that your choice is the right one? The world asks too much for us too early. You have to decide really soon a lot of stuff that nobody never spoke to you before. Politics, economy, choose a job. Find the love of your life. These things are hard. Well, I’m already grown up and I still think they are hard to get. I barely did a few of them. I’m in the final of my graduation and I’m having seconds thoughts.
If you had to choose, what you want to do for the rest of your life, what would you choose?

Se estiver me escutando...

Então me bate como um furacão. Oh no! Você não existe. No final das contas, acho que eu é que estou no olho do furacão. Você aparecer foi somente um bônus. Mas, agora, que a chuva passou, percebo que não passou de um belo sonho. Ou foi um pesadelo? Ainda acho difícil classificá-lo: Chuva ou Sol? Realidade ou fantasia? Amor ou Vingança? Mas, sabe de uma coisa? Seja a opção que for, acho que me acostumei com sua presença, às vezes até fico pensando qual sua opinião sobre qualquer coisa que vou fazer. Será que, mesmo depois de tanto tempo, você ainda acha que sou aquela pessoa horrível que você conheceu há anos? Mesmo depois de todas as nossas conversas? Mesmo depois de tantos pedidos de desculpas? Mesmo depois de te provar que cada coisa que faço é simplesmente para me redimir? Eu amo você. Sinceramente, de todo o meu coração. Sei que não lê blogs na internet, mas sei que está comigo, aqui, dentro da minha cabeça, enquanto escrevo esse texto. Ou é você escrevendo por mim? Ás vezes isso me c…

Engraçado como o mundo é justo.

Eu costumava duvidar disso, mas, aos poucos, com os anos, fui aprendendo que ele é sim, muito, muito justo. Deus sabe exatamente o que faz. Como faz e por que faz, principalmente. Quando era mais nova, achava que nada aconteceria comigo. Que nunca seria capaz de nada. Que nunca minha vez chegaria. E fui vivendo a vida de forma amarga. Sim, vivi a minha adolescência de forma amarga. Era uma decepção depois da outra. Sempre achava que as coisas não davam certo para mim, só para mim. Hoje, não sou tão velha, nem foi tanto tempo que passou, tenho apenas vinte anos, poxa, mas já posso perceber que estava errada. Primeiro de tudo: minha infância foi maravilhosa e não posso reclamar dela. Tive a presença constante de minha mãe, que me criou nos moldes que achava corretos e me transformou em quem sou hoje, e, por isso, agradeço-a. Talvez não estivesse onde estou (chego já ao ponto) se não fosse por ela. Na adolescência, tive experiências maravilhosas, tive o apoio e o suporte de minha família o…

existe ou não existe?

Sempre que alguém morre, eu me pego pensando em milhares de coisas. Como alguém pode simplesmente se recuperar de perder alguém importante em sua vida? Aquela pessoa vai deixar de existir. Será mesmo? E quanto às memórias. As lembranças, a saudade que fica? Penso, logo existo. Mas e se alguém pensa em mim? Também significa que existo? Se alguém pensa, então eu acho que existe sim. É incabível para mim que alguém que conhecemos, alguém que amamos, alguém que lembramos vá sumir para sempre. Não. Não dá. Não seria justo. Até hoje eu converso com minha bisavó. Em meus sonhos, ou acordada mesmo, com uma frequência abundante nos últimos dias. Então, ela existe. Ela existe na minha vida, ela existe para mim, eu nutro por ela diversos sentimentos. É como quando a gente come uma fruta pela primeira vez. Eu não sabia, mas, mesmo antes de comê-la, ela já existia. E, depois que eu a como, ela sempre vai existir na minha memória, vai fazer sempre parte de minha vida, a sensação que tive ao comê-la nun…

Perdoa-me

It’s dark now. And, apparently, the dark reminds me of you. Reminds me of what it’s in the past. And that the past can’t be just erased. Doesn’t matter how long the time pass. But the time has pass. It’s a fact. Can’t you see? I’m another person now. Things have changed a lot since the last time we’ve been together. I’m not the same. You’re the only one who doesn’t realize that. You’re a stranger to me now. I don’t know you the way you think I do. I don’t remember the things you want me to. Well, the ones I know, is because you have showed me. And those, well, the people tell me not to listen to then. Understand me, please. Not knowing doesn’t mean I don’t care. I lose my sleep thinking of how somebody can pass through the stuff you did. And I suffer for you. Every single time of my day I think about you. About how could I possible make things better for you? But I had suffer too, you knew that? Did somebody told you that? I’m no saint, but I’m not all bad, too. The dark are still here. A…

The truth hurts

Último desabafo

Desabafo 2

Depois de pensar muito, depois de muitas pessoas me perguntarem como eu o descreveria, eu decidi: ladrão. Ele roubou o que eu conhecia de mim mesma. Roubou meu estômago. Sim, por que, vocês sabem que sentimos as coisas no nosso estômago, não sabem? Quando estamos nervosos na hora de um assalto, ansiosos por uma entrevista de emprego, bem, são nessas situações que nossa barriga começa a doer, a revirar, a fervilhar. E, o que sinto por ele está totalmente ligado ao meu estômago. Sinto frio, sinto que algo não está certo dentro de mim. Sinto as sinapses de meu cérebro mandando hormônios loucamente, que vão ser processados em cada parte do meu corpo. Cada poro meu grita ansiosamente pelo seu toque. E vão parar, eventualmente, no meu estômago, me fazendo passar mal de tanta expectativa. Que droga! Ou que bom? Sei lá. Não me decidi ainda. Então, meu estômago já era. Roubou também minha criatividade. Agora, tudo em que penso agora é como está, o que está fazendo. Tudo que escrevo, no fundo, é par…

Desabafo

E, assim, de repente, eu estou sentindo coisas. Coisas das quais eu gosto. E muitas outras que eu nem sei qualificar. Medo, talvez? Ansiedade, certeza. Frio na barriga, não é dor não. É… Medo sim! Apreensão. Dúvida. Medo, de novo. Sabe… Fazia tempo que não escrevia assim, as palavras fluindo de mim como se nem minhas fossem. Gosto dessa sensação. Escrever sobre meus sentimentos mais indecifráveis  Por que dói, sabia? Dói profundamente. É, por que, é só escrevendo que me dou conta do que estou realmente sentindo. E eu sofro pela confusão que existe dentro de mim. Cheguei a conclusão que sou um caos. Não sei o que fazer comigo mesma. Não sei o que quero, o que não quero. O que sou, de onde vim, para onde vou. Quem sou? Como posso simplesmente definir isso para outros quando nem eu mesma sei? Sei que não consigo. Não consigo ser normal. Não consigo não levar as pessoas à sério. Não consigo não me apegar a bobagens. Não consigo não sentir ansiedade. Não consigo escutar uma música de Vinicius…